segunda-feira, outubro 31, 2005

Feeling Good (Nina Simone)

Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds driftin on by you know how I feel

Its a new dawn
Its a new day
Its a new life
For me
And Im feeling good

Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom in the tree you know how I feel

Dragonfly out in the sun you know what I mean, dont you know
Butterflies all havin fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
Thats what I mean

And this old world is a new world
And a bold world
For me

Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel

sexta-feira, outubro 21, 2005

Elogio ao Amor

"Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.
Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode.
Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder.
Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso in Expresso

quarta-feira, outubro 19, 2005

"Turn My Head" (Live)

Anyone, caught in you mystery
keep it angry
keep it whispy
i've fallen down
drunk on your juices

turn my head
turn my head

it's aimed at you
funky temple
your dress is torn to shreds
your eyes are crazy
i bowed to save my head and
i can't forget you
but i remember
turn my head
turn my head
it's aimed at you

oh no,
we came to love you all day
these bastards are leavin'
somebody's go to stayw
hatever we called you
it's just a name
just a name

segunda-feira, outubro 17, 2005

Street Spirit (Fade Out)

....esta música é mais do que uma música! Palavras para quê? Apenas ouçam....

Rows of houses all bearing down on me
I can feel their blue hands touching me
All these things in all positions
All these things will one day take control
And fade out again and fade out
This machine will will not communicate these thoughts
And the strain I am under
Be a world child form a circle before we all go under
And fade out again and fade out again
Cracked eggs dead birds
Scream as they fight for life
I can feel death can see it’s beady eyes
All these things into frution
All these things we’ll one day swallow whole
And fade out again and fade out again.
Immerse your soul in love
IMMERSE YOUR SOUL IN LOVE

sexta-feira, outubro 14, 2005

Grande Festa de Encerramento da Campanha do PSD em VLC



"Para quem não me conhece, o meu nome é Adriana Rodrigues, e apresento-me hoje aqui, não em nome individual, mas em nome da Juventude Social Democrata, a chamada JSD.Apresento-me em nome de todos os jovens que compartilham dos ideais da social democracia! Em nome dos que ainda acreditam na política e nos ideais políticos!Em nome dos que não se acomodam! Em nome dos que acreditam na importância da sua intervenção!
Em nome de todos os jovens que acreditam nesta equipa, dos que têm a certeza do seu bom trabalho e de que no futuro irão fazê-lo ainda melhor!Em nome dos que sabem (e querem saber) das dificuldades com que esta Câmara, este Presidente e estes Vereadores se depararam ao longo destes 4 anos!As perdas humanas (irreparáveis, que deixaram marcar profundas…), a crise, a dificuldade de estarem em minoria…! Não basta apontarmos o dedo, porque se exigimos honestidade, temos de saber ser honestos!Ao longo destes dias de campanha, tivemos a oportunidade de conhecer melhor estas pessoas que se apresentam perante nós!Como são no seu dia a dia, como nos falam ao coração, como se emocionam e nos emocionam! E como foi evidente a entrega com que o fizeram….Esta é, sem dúvida, a melhor equipa para estar à frente dos destinos dos Valecambrenses!(...)"

Estas foram as palavras, com que iniciei o meu discurso, enquanto presidente da JSD, a grande festa de Encerramento da Campanha do PSD em Vale de Cambra!
Acreditem que não estava minimamente nervosa! Senti-me como um peixe dentro de água, ao discursar perante as centenas, senão milhares de pessoas, que compareceram ao último grande comício do PSD, antes do dia 09 Outubro, dia das eleições!
O dia 09, acabou por ser uma grande recompensa por todo o esforço que toda uma equipa, realizou na preparação das eleições autárquicas! Afinal , o PSD acabou por ganhar, por maioria absoluta, a Câmara Municipal, a Assembleia Municipal e 8 das 9 Freguesias do nosso Concelho!

Quero deixar aqui uma palavra, muito muito especial, para os meus colegas da Jota! Caramba!! Podemos ser poucos, mas somos bons!!
Contem comigo sempre, porque sei que VOCÊS estão comigo, para todas as lutas que tivermos de enfrentar em nome dos nossos ideais!
Obrigada por não serem apenas observadores e críticos do estado da política no nosso País! Obrigada por não se acomodarem!
Beijinhos grandes para a minha Jotinha.... Em particular para a minha querida Pati, o Jorge, o Miguel e o Rui....*
Viva o PSD!! Viva VLC!! Viva a JSD!!

quarta-feira, outubro 12, 2005

Reencontro das Bruxitas!

E foi na passada terça feira, véspera do dia 05 Outubro, que as bruxitas (quase todas!) se reencontraram, em Aveiro para mais uma grande noite!!

Um jantar, fabulosoooooooo, em casa da Ritona, que nos presenteou com a maior das hospitalidades (como sempre!)!! E que rico jantar!!;) Bem acompanhado pela típica garrafa de Martini!;)

Foi uma noite para mais tarde recordar, em que posso destacar os seguintes pontos:

- Jantar em casa da Ritona, até cerca das 24h00...com um lindo momento de nostalgia, em que vimos as fotos do nosso período em Itália;

- Cafézinho e Shot (que bom estava o Pastel de Nata!) na Praça do Peixe;

- E uma sessão de música house, na Station of the Light, que as minhas amigas tiveram de suportar, por minha causa!eheh Mas que bem soube, dançar ao ritmo do Bodyrocker!;)

- E para terminar, nada melhor do que nos deitarmos, bem quentinhas, no nosso saco cama...hummmm....e que bem soube!!

Enfim, foi uma típica noite de "gaijas", com muitas histórias pelo meio, desabafos e reencontros!!
Esperamos que na próxima, tenhamos a oportunidade de ter connosco, a nossa querida bruxita-boneca!!! A nossa Joaninha!! Fez muita falta, sem dúvida nenhuma!! Afinal, era mais uma a gostar de "house"!;)

Beijocas amigonas!!**

segunda-feira, outubro 03, 2005

TRUTH

How could you hurt me like this?
How could you fear me like this?
I know that all the words are just the words
I think that you don't know what it means

I think that it might be true
I think I've been a fool, oh don't you think?

All I've done now, all I've said, all I've read, it was for real
It was for real...
But I know that, that dreams are just dreams
And I know that you're not what it used to be love
Oh no... Oh my love...

How could you hurt me like this?
How could you fear me like this?
I know that all the words are just the words
I think that you don't know what it means

But I know that, that dreams are just dreams
And I, know that you're not what it used to be love
What it used to be love
What it used to be love
Oh no... Oh my love...

How could you fear me like this?
How could you hurt me like this?
I know that all the words are just the words
I think that you don't know what it means

But I know that, that dreams are just dreams
And I know that you're not what it used to be love
What it used to be love
What it used to be love
My love... Oh my love...

All I've done, All I've said, All I've read, it was for real
All I've known, All I fear, All I've said, it was for real
Real... real...
Hummm... so real... real...

But I know that, that dreams are just dreams
And I, know that you're not what it used to be love
What it used to be love
What it used to be love
Oh love... Oh my love...

How could you hurt me like this?
How could you fear me like this?
I know that all the words are just the words
It can be real

The Gift
(Tributo a uma das bandas que mais me diz...alguma coisa)